Prefeituras intensificam fiscalização nas praias no verão

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Prefeituras intensificam fiscalização nas praias no verão

Vendedores de alimentos e bebidas que trabalham na areia precisam de autorização, assim como aqueles que alugam cadeiras e equipamentos aquáticos

No verão, as prefeituras intensificam a fiscalização do trabalho dos ambulantes nas praias. Eles precisam ficar atentos às regras dos municípios para a atividade.

Há 50 anos, dona Maria Aparecida Neves vende espetinhos, porções e bebidas na Praia da Costa, em Vila Velha. Ela conta que começou quando era garota, ajudando a mãe.

Hoje, a ambulante toca o negócio com a ajuda da filha. Para poder manter o trailer em funcionamento sempre no mesmo lugar, ela faz um cadastro todo ano na prefeitura.

O cadastro é necessário para ambulantes que trabalham em pontos fixos. Eles pagam, anualmente, uma taxa de 290 reais ao município. E recebem placas de identificação indicando que são legalizados.

De acordo com Edmar Barbosa Junior, coordenador da fiscalização de posturas de Vila Velha, há 216 ambulantes legalizados atuando na orla da cidade.

Vendedores de alimentos e bebidas que trabalham na areia também precisam de autorização, assim como aqueles que alugam cadeiras e equipamentos aquáticos.

Neste verão, a prefeitura de Vila Velha determinou que, por segurança, os vendedores de milho trabalhem parados no mesmo ponto. Por isso, eles também precisam estar cadastrados.

A nova regra não agradou o ambulante Flavison Martins. Ele afirma que tem respeitado a determinação do município, mas disse que tem colegas que não.

A equipe da Rede Vitória flagrou um outro vendedor de milho circulando pela praia, nesta quarta-feira (15). A prefeitura diz que intensifica a fiscalização nas praias na estação mais quente do ano. 

No domingo (12), um homem teve que recolher as cadeiras que alugava para banhistas da Ilha do Boi, em Vitória. Segundo a prefeitura da capital, essa atividade é proibida na orla.

Há 112 ambulantes cadastrados nas praias de Vitória. David Francisco Moreira é um deles, e atua na Curva da Jurema. Ele conta que paga uma taxa de 50 reais e faz curso todo ano para poder trabalhar.

Na capital, até mesmo os vendedores que circulam pelas praias precisam de autorização. Com ela sempre à mão, Seu Natálio Coswosk trabalha tranquilo.

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